WhatsApp atinge 800 milhões de usuários mensalmente ativos

WhatsApp atingiu a marca de 800 milhões de usuários mensalmente ativos em todo o mundo, na última sexta-feira (17). A informação foi divulgada por Jan Koum, CEO e cofundador da empresa, em sua página pessoal no Facebook.

Koum escreveu ainda que é preciso destacar que há uma diferença entre número de pessoas cadastradas em um serviço web e o número de pessoas que realmente o utiliza. O aplicativo de mensagens tem mais usuários ativos do que qualquer outro concorrente, incluindo o Messenger do Facebook, que conta com 600 milhões.

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Universidade de São Paulo diz não às cotas raciais

Enquanto todas as universidades federais e 30 das 38 estaduais aderem à reserva de vagas, a Universidade de São Paulo fala em “meritocracia”

Foi necessário um vídeo gravado às escondidas em uma sala da Universidade de São Paulo (USP) para que a discussão sobre cotas raciais na maior universidade do Brasil ganhasse as redes sociais em março. Na filmagem, um bate-boca colocava de lados opostos um grupo de ativistas negros – que interrompeu uma aula para discutir o tema – e alunos brancos mais interessados em aprender microeconomia em uma sala da FEA (Faculdade de Economia e Administração) com 100 estudantes e apenas um negro. A filmagem viralizou e, 2,5 milhões de acessos depois, sobrou a pergunta: por que a universidade resiste às cotas raciais?

A USP e a Universidade de Campinas (Unicamp) decidiram adotar o sistema de bônus, quando alunos de baixa renda recebem uma pontuação extra nas provas do vestibular – até 15% no caso da USP, desde que nunca tenham estudado em escola particular. Somente em 2014 outra universidade paulista, a Unesp (Universidade Estadual Paulista), passou a adotar cotas sociais e raciais: já no primeiro ano, a proporção de matriculados egressos de escolas públicas foi de 40,7%.

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Entre Brics, Brasil é o que teve maior progresso social

São Paulo – O Brasil possui o melhor Índice de Progresso Social (IPS) no bloco das economias emergentes formado por Rússia, Índia, China e África do Sul, os Brics, de acordo com pesquisa divulgada mundialmente nesta quinta-feira pela instituição norte-americana sem fins lucrativos Social Progress Imperative.

Em um ranking formado por 133 países, o Brasil ocupa a 42ª colocação, com 70,89 pontos.

O indicador, que mede o progresso social diretamente, independentemente do desenvolvimento econômico, avalia as Necessidades Humanas Básicas, os Fundamentos de Bem-Estar e as Oportunidades.

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Nove motivos para você se preocupar com a nova lei da terceirização

A Câmara Federal pode aprovar o projeto de lei 4.330 que facilita a terceirização e a subcontratação do trabalho. Descubra como a medida pode afetar seu dia-a-dia.

Por Piero Locatelli, da Repórter Brasil

O número de trabalhadores terceirizados deve aumentar caso o Congresso aprove o Projeto de Lei 4.330. A nova lei abre as portas para que as empresas possam subcontratar todos os seus serviços. Hoje, somente atividades secundárias podem ser delegadas a outras empresas, como, por exemplo, a limpeza e manutenção de máquinas.

Entidades de trabalhadores, auditores fiscais, procuradores do trabalho e juízes trabalhistas acreditam que o projeto é nocivo aos trabalhadores e à sociedade. Nesta terça-feira 7, a polícia reprimiu um protesto das centrais sindicais contra o projeto, em frente ao Congresso Nacional.

Descubra por que você deve se preocupar com a mudança:

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A terceirização do trabalho será liberada no Brasil?

Câmara está próxima de votar projeto de lei que quer tirar todas as restrições à mão de obra terceirizada, que hoje corresponde a 25% dos trabalhadores do País.

Depois de 11 anos de trâmite no Congresso, o projeto de lei que libera a terceirização da contratação de serviços no Brasil deve ir para votação na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira 8. O projeto é defendido pelos empresários, que afirmam que a lei acabará com a insegurança jurídica na contratação de terceirizados e aumentará a competitividade das companhias. “A terceirização é uma forma moderna de organização, o mundo inteiro terceiriza para ganha eficiência”, diz Alexandre Furlan, vice-presidente da Confederação Nacional das Indústrias.

Os sindicatos, no entanto, enxergam no projeto um ataque aos direitos trabalhistas. “O que está em debate é a destruição ou a preservação de tudo o que construímos nos últimos cem anos de lutas no Brasil”, diz a secretária da CUT Maria das Graças Costa.

Conheça mais sobre o que está em jogo na votação do Projeto de Lei 4330:

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