População brasileira passa dos 200 milhões

Segundo dados do IBGE, somos 202.768.562 de habitantes. Quase 50 milhões vivem em capitais, a mais populosa delas é São Paulo

O Brasil tem uma população de 202.768.562 de habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicados nesta quina-feira 28 no Diário Oficial da União. O estado mais populoso, São Paulo, tem 44,03 milhões de habitantes, o que representa 21,7% do total do País. Já no estado menos populoso, Roraima, vivem 496,9 mil pessoas, que representa 0,2% do Brasil.

Os dados do IBGE são estimativas de população no dia 1º de julho de 2014. Além de São Paulo, cinco estados têm mais de 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (20,73 milhões), Rio de Janeiro (16,46 milhões), Bahia (15,13 milhões), Rio Grande do Sul (11,21 milhões) e Paraná (11,08 milhões). Apenas dois estados têm menos de 1 milhão de habitantes, além de Roraima: Amapá (750,9 mil) e Acre (790,1 mil).

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Movimento negro mostra força em marchas contra violência policial

Protestos que reuniram 50 mil pessoas em várias capitais reiteraram visão de que há um genocídio da população negra. Em São Paulo, três mil participaram de ato na Avenida Paulista e cobraram soluções.

“O racismo é internacional. A gente quer mudar o mundo. Enquanto o homem negro e a mulher negra não alcançar a sua condição humana, ninguém será livre. Então, pelo fim do racismo: Segunda Marcha Internacional contra o Genocídio do Povo Negro. Porque são várias formas de nos matar. Há várias formas de resistir também”, quem discursa no microfone ligado ao carro de som é Beatriz Lourenço 22 anos, moradora do Aricanduva, zona leste de São Paulo, e integrante com coletivo Levante Popular da Juventude.

 

Na sexta-feira (22), diversos coletivos do movimento negro e de direitos humanos ocuparam o vão livre do Masp, tomaram duas faixas da Avenida Paulista e caminharam até o Teatro Municipal para evidenciar, em um dos estados mais conservadores do Brasil, o continuo genocídio da população pobre e negra. Segundo a Polícia Militar, cerca de 3 mil pessoas participaram do ato. Em todo o país, foram 50 mil pessoas, segundo cálculo da agência de notícias AfroPress, que contabilizou manifestações expressivas também em Salvador, Rio de Janeiro, Brasília, Vitória, Belo Horizonte, Porto Alegre e Manaus.

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O voto deveria ser facultativo no Brasil?

Analistas avaliam que corrupção eleitoral e despreparo da população ainda são obstáculos no País, um dos 31 do mundo que sustentam a imposição.

Nas eleições do próximo dia 5 de outubro, 142,8 milhões de brasileiros deverão comparecer às urnas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pesquisas de opinião, no entanto, mostram um elevado índice de rejeição ao voto obrigatório. Um levantamento do Instituto Datafolha divulgado em maio deste ano aponta que 61% dos eleitores são contra a imposição.

Para analistas, permitir que o eleitor decida se quer ou não votar é um risco para o sistema eleitoral brasileiro. A obrigatoriedade, argumentam, ainda é necessária devido ao cenário crítico de compra e venda de votos e à formação política deficiente de boa parte da população.

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Brasil tem 6 universidades entre 500 melhores do mundo

O Brasil tem seis universidades entre as 500 melhores do mundo, de acordo com o ranking de Xangai (ARWU, sigla para Academic Ranking of World Universities). A classificação foi divulgada nesta sexta (15).

A USP (Universidade de São Paulo) é a primeira instituição brasileira que aparece no ranking, na faixa entre as 100ª e 150ª posições. Ela também é a única da América Latina entre as 150 melhores do mundo. A USP enfrenta greve de funcionários e estudantes desde o final de maio e está em meio a uma crise financeira, cogitandoprograma de demissão voluntária.

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Marina Silva e o voto dos desencantados

pesquisa Datafolha divulgada na segunda-feira 18 trouxe uma série de novidades com a inclusão da provável candidatura de Marina Silva (PSB) entre os postulantes ao Palácio do Planalto. Uma das principais é a volta à disputa de uma parte importante do eleitorado, os desencantados que seguiam indecisos ou cogitavam anular o voto. São brasileiros para os quais os políticos parecem ser motivo de receio e os partidos, indistinguíveis em sua precariedade ideológica.

Este não é um grupo pequeno de eleitores. Chegava a 27% com Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) como principais candidatos, mas cai para 17% com a entrada de Marina no páreo. A diferença de dez pontos migra para o colo da ex-senadora com a simples menção a seu nome, mas a campanha começa nesta terça-feira 19. E o eleitor vai se deparar com uma Marina Silva enrolada na aliança de sua Rede Sustentabilidade com o PSB, onde está abrigada, lutando para não alienar esses eleitores.

Carta Capital